Astrologia e Tarô  - Visconde de Mauá
 
       A natureza é um todo indivisível cujas partes estão conectadas. O Sol, a Lua e os planetas atraem algo nosso e nós atraímos algo deles, pois nossos corpos astrais estão em ressonância.
         O mapa astrológico deve ser compreendido como um arquétipo do padrão semente do indivíduo – a expressão simbólica de sua individualidade e, portanto, também de seu destino, já que os dois são idênticos. Indicando o tipo de semente que temos, e que frutos podem dar, ele descreve o que podemos vir a ser, caso desenvolvermos plenamente nossos potenciais.  Muitas de nossas características permanecem em estado embrionário, latentes, não se manifestando externamente.
           Um roteiro individual ou guia que sugere o que a existência tem em mente para nós, o mapa astrológico evoca nossa verdadeira natureza, a assinatura cósmica de cada um.  Mostra o caminho para a descoberta de quem somos e em quem podemos nos tornar ao descobrimos nossos potenciais e talentos ocultos.
          Nada no mapa é considerado bom ou ruim, ele é visto como um todo, consistindo de processos inter-relacionados. Tudo é bom quando no seu lugar no esquema, e relacionado com todo o resto. Todas as indicações astrológicas difíceis têm um nível de manifestação em que atuam de forma positiva.
           A astrologia atual, aliando os conhecimentos do passado às descobertas da psicologia moderna está equipada para ajudar o indivíduo a escolher uma profissão em afinidade com o seu eu interior. Uma profissão que seja um meio de realização, fornecendo uma atividade propícia à expressão da personalidade, individualidade e espiritualidade. Ou seja, um caminho que atenda ao “chamado dos deuses”, levando o indivíduo ao encontro de si mesmo e, através do seu crescimento interno, em direção do universo maior.
 
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